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Processos de Classificação

Atalaia

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Foi publicada, a 28 de dezembro de 2017, em Diário da República, a portaria emitida pela Ministério da Cultura que classifica a Atalaia, em Vila Nova de Cerveira, como Monumento de Interesse Público. Iniciado há quase 40 anos, o processo fica assim concluído, com o reconhecimento nacional do enorme valor patrimonial daquela estrutura localizada no Alto de Lourido.

A classificação como Monumento de Interesse Público reflete os critérios constantes do artigo 17.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, relativos ao caráter matricial do bem, ao seu interesse como testemunho notável de vivências ou factos históricos, ao seu valor estético, técnico e material intrínseco, à sua conceção arquitetónica e paisagística, à sua extensão e ao que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva, e à sua importância do ponto de vista da investigação histórica ou científica.

Localizada no Alto do Lourido, em posição elevada, a meia encosta, e detendo um amplo sistema de vistas, funcionaria como complemento da defesa de Vila Nova de Cerveira e do Forte de Lovelhe. Em conjunto com este forte e com o Castelo medieval de Cerveira, esta atalaia constituiu o sistema defensivo da vila e da fronteira do rio Minho ao longo do período da Guerra da Restauração.

 

Portaria nº 493/2017 - Classificação da Atalaia

Parecer DGPC

Planta

Povoado Fortificado de Cossourado ou Forte da Cidade

Foi publicado no Diário da República, 2.ª série, N.º 225, de 20 de novembro de 2013, o Anúncio n.º 364/2013, de 1 de novembro, relativo à abertura de novo procedimento de classificação do Povoado Fortificado de Cossourado ou Forte da Cidade, lugar do Forte da Cidade, União das freguesias de Cossourado e Linhares, concelho de Paredes de Coura, e lugar do Monte da Cividade, freguesia de Sapardos, concelho de Vila Nova de Cerveira.

O Povoado Fortificado de Cossourado, localiza-se no limite entre os Concelhos de Vila Nova de Cerveira e Paredes de Coura, sendo partilhado pela Freguesias de Sapardos e pela União de Freguesias de Cossourado e Linhares.

Os trabalhos arqueológicos realizados entre 1997 até 2011, pelos arqueólogos Maria de Fátima Matos Silva e Carlos Alberto Machado Gouveia da Silva, revelaram tratar-se de um habitat da Idade do Ferro, um castro, que ocupa cerca de 10 hectares e que compreende uma vasta área habitacional, composta por diversas habitações circulares e alongadas, de dimensões bastante elevadas e incomuns para construções dessa época. O povoado é defendido por três perímetros de muralhas de grandes dimensões.

A fundamentar este novo processo de classificação está o valor histórico, arqueológico, científico e paisagístico, que testemunha o conhecimento do povoamento da Idade do Ferro do Alto Minho.

Para mais informações, e nos termos do artigo 11.º do Decreto-Lei nº 309/2009 de 23 de Outubro, e atendendo que o prazo de pronúncia de interessados decorre até ao dia 11 de dezembro do corrente ano, os elementos relevantes do processo estão disponíveis nas páginas electrónicas dos seguintes organismos:

Parecer DRCN

Anúncio Diário da Republica